quarta-feira, 29 de outubro de 2008

TRAGAM ESTE CARA PRO BRASIL!!!!

URGENTEMENTE...!!!


Joe Arpaio

Joe Arpaio
é o xerife do Condado de Maricopa, no Arizona há já bastante tempo e continua sendo re-eleito a cada nova eleição.
Ele criou a 'cadeia-acampamento' , que são várias tendas de lona, cercadas por arame farpado e vigiado por guardas como numa prisão normal..
Tendas
Baixou os custos da refeição para 40 centavos de dólar que os detidos, inclusivé, têm de pagar.

Proibiu fumar
, não permite a circulação de revistas pornográficas dentro da prisão e nem permite que os detidos pratiquem halterofilismo.
Começou a montar equipas de detidos que, acorrentados uns aos outros (chain gangs) , são levados à cidade para prestarem serviços para a comunidade e trabalhar nos projetos do condado.
Para não ser processado por discriminação, começou a montar equipas de detidas também , nos mesmos moldes das equipas de detidos .
Equipes

Cortou a TV por cabo
aos detidos mas quando soube que TV por cabo nas prisões era uma determinação judicial, voltou a permitir mas só entra o canal do tempo e da Disney .
Quando lhe perguntaram por que o canal do tempo, respondeu que era para os detidos saberem que temperatura iriam enfrentar durante o dia quando estivessem a prestar serviço na comunitário, trabalhando nas estradas, construções, etc.

Em 1994, cortou o café , alegando que, para além do baixo valor nutritivo , estava a proteger os próprios detidos e os guardas que já haviam sido atacados com café quente por outros detidos , sem falar na economia dos cofres públicos de quase US$ 100.000,00/ano .
Quando os detidos reclamaram, ele respondeu:
- Isto aqui não é um hotel 5 estrelas e se vocês não gostam, comportem-se como homens e não voltem mais .
Distribuiu uma série de vídeos religiosos aos prisioneiros e não permite quaisquer outro tipo de vídeos na prisão .
Perguntado se não teria alguns vídeos com o programa do partido democrata para distribuir aos detidos, respondeu que nem que tivesse, pois provavelmente essa era a causa da maioria dos presos ali estarem.
Com a temperatura batendo recordes a cada semana, uma agência de notícias publicou:
Com a temperatura atingindo 116 F , (47º C), em Phoenix no Arizona, mais de 2000 detidos na prisão-acampamento de Maricopa tiveram permissão de tirar o uniforme da prisão e ficar só de shorts (cor-de-rosa) , que os detidos recebem do governo.
Shorts
Na última quarta-feira, centenas de detidos estavam recolhidos nas barracas, onde a temperatura chegou a atingir os 138°F ( 60°C ). Muitos com toalhas cor de rosa enroladas no pescoço estavam completamente encharcados de suor.
'Parece que estávamos dentro de um forno', disse James Zanzot que cumpriu pena nessas tendas por um ano.
Joe Arpaio, o xerife durão que inventou a prisão-acampamento, faz com que os detidos usem uniformes cor-de-rosa e não faz questão alguma de parecer simpático.
Diz ele aos detidos:
- Os nossos soldados estão no Iraque, onde a temperatura atinge 120°F ( 50°C ), vivem em tendas como vocês e ainda tem de usar fardamento, botas, carregar todo o equipamento de soldado e, além de tudo, não cometeram crime algum como vocês, portanto, calem a boca e parem de reclamar!

Se houvessem mais prisões como esta, talvez o número de criminosos e reincidentes diminuísse consideravelmente.

Criminosos graves têm de ser punidos pelos crimes que cometeram e não serem tratados a 'pão-de-ló' , tendo do bom e do melhor , até serem soltos para voltar a cometer os mesmos crimes e voltar para a vida na prisão, cheia de regalias e reivindicações.

Muitos cidadãos honestos, cumpridores da lei e pagadores de impostos não têm, por vezes, as mesmas regalias que esses bandidos tem na prisão.


Artigo extraído e traduzido de um documentário da televisão americana. Os factos acima são verídicos e a prisão-acampamento está lá, em Maricopa, Arizona.

terça-feira, 28 de outubro de 2008

Proteção Auditiva

ouvido

Você já se perguntou por que o ouvido produz cera? Será que é só para nos fazer gastar dinheiro com cotonetes? Definitivamente, não. A cera não é um “defeito de fabricação”. Muito pelo contrário: essa substância amarelada serve para nos proteger contra a propagação de microorganismos.

É como se fosse um “porteiro” ou “segurança” sempre alerta para impedir que visitantes indesejados entrem pelo canal auditivo.
Segundo a otorrinolaringologista Patrícia Ciminelli, da Universidade Federal do Rio de Janeiro, a cera (ou cerume) é produzida por glândulas especiais, conhecidas como glândulas ceruminosas, existentes na região mais externa do canal auditivo (que tem de três a quatro centímetros de extensão). “Como a passagem até a região mais profunda do ouvido é muito estreita, escura e revestida por pele”, explica ela, “isso facilita a entrada de detritos nocivos que podem ser prejudiciais. Essa proteção proporcionada pela cera é de extrema importância.” A cera também serve para reter poeira e partículas de areia que poderiam danificar a membrana sensível chamada tímpano.
Resumindo: esse é outro “dispositivo de segurança” útil para o ser humano e que deveria funcionar adequadamente desde o início, a fim de permitir que nossa espécie continuasse a ouvir bem ao longo dos séculos.
Detalhe: Ciminelli alerta que o uso do cotonete para a limpeza do canal auditivo deve ser feito com muito cuidado, retirando-se apenas a cera da região externa do ouvido. Colocar o cotonete muito profundamente pode causar perfuração na região do tímpano.

Michelson Borges é jornalista, membro da Sociedade Criacionista Brasileira (www.scb.org.br) e autor dos livros A História da Vida e Por Que Creio (www.cpb.com.br).

sexta-feira, 3 de outubro de 2008

Brasileiros terão carteira de identidade nova em janeiro


Brasileiros terão carteira de identidade nova em janeiro
Documento será emitido com todos os dados pessoais do cidadão, incluindo informações de sua biometria, como altura e cor dos olhos. Modelo ajudará no combate às fraudes no INSS


Brasília – A partir de janeiro de 2009, os brasileiros terão uma nova carteira de identidade. A novidade é que nela estarão incluídos os dados de todos os documentos pessoais do cidadão, além de informações sobre sua biometria, como altura e cor dos olhos. A lei que prevê esse documento existe há mais de uma década, mas só agora será regulamentada pelo governo, que deve editar nos próximos dias um decreto estabelecendo as novas regras. Com a mudança, o cidadão terá um único número em seus documentos atuais. Isso evitará, por exemplo, que o Instituto Nacional de Seguro Social (INSS) pague benefícios duplicados para cerca de 15 milhões de pessoas.

Em abril de 1997, o governo criou o Registro Único de Identidade Civil (RIC), cuja regulamentação deveria ocorrer seis meses depois. Além disso, a legislação previa que todos os documentos perderiam a validade em um prazo máximo de cinco anos, a partir da promulgação da lei. Em 2004, o Palácio do Planalto criou uma comissão interministerial para tentar implantar o sistema, mas não deu certo. A conclusão foi de que, se todas as carteiras de identidade fossem mudadas na época, o custo seria muito alto. Além disso, apenas uma empresa alemã estava habilitada em todo o mundo a fazer este tipo de trabalho.

Com a implantação do Afis (sigla em inglês do Sistema Automático de Identificação de Impressões Digitais) no Instituto Nacional de Identificação (INI) da Polícia Federal, a intenção é gerar um número nacional para todos os brasileiros. Hoje, cada órgão que cuida do assunto nos estados produz um número diferente de carteira de identidade, o que possibilita a uma pessoa emitir o documento em diferentes regiões. Agora, as impressões digitais serão encaminhadas para o INI, que fará um único banco de dados.

"Hoje, alguns estados não fazem o exame de digital, possibilitando a emissão (de documento) por mais de uma vez. Agora, as digitais serão enviadas ao INI, que checará se não há outro indivíduo com a mesma biometria, mas usando outro nome. Isso acabará com as fraudes", explica o diretor do INI, Marcos Elias Cláudio de Araújo. A partir disso, o instituto da Polícia Federal enviará as informações para outros órgãos públicos, como INSS, tribunais eleitorais, Receita Federal, entre outros. O cidadão passa a ter, além do número original de seus documentos, um novo número, que será único para todas as instituições.