sexta-feira, 13 de março de 2009

Homens e mulheres cometem pecados diferentes

homememulher

Um estudo realizado na Itália e confirmado pelo Vaticano mostra que a soberba é o pecado mais comum entre as mulheres, enquanto a luxúria é o mais freqeente entre os homens. No lado masculino, a gula e a preguiça aparecem em seguida. Entre as mulheres, a inveja e a ira são também os pecados mais usuais.

 

A pesquisa foi baseada em uma análise de confissões de fiéis da Igreja Católica, realizada pelo padre jesuíta e professor Roberto Busa, 96 anos. O resultado foi comentado pelo monsenhor Wojciech Giertych, teólogo pessoal do papa Bento XVI, no jornal do Vaticano L'Osservatore Romano. "Os homens e as mulheres pecam de maneira diferente", escreveu Giertych. "Quando olhamos os vícios do ponto-de-vista das dificuldades que eles criam, descobrimos que as experiências masculinas são bastante distintas das femininas." Segundo o teólogo, essas diferenças se explicam por causa de contextos sociais distintos. "Eles geram hábitos diferentes, mas a natureza humana permanece a mesma", escreveu. "A fraqueza humana pode purificar a fé se for admitida diante de Deus", afirmou Giertych.

Entretanto 30% dos católicos não consideram mais que a confissão a um padre é necessária - 10% deles acreditam ainda que o ato "atrapalha seu diálogo direto com Deus".

Os sete pecados capitais - soberba, avareza, inveja, ira, luxúria, gula e preguiça - teriam sido apresentados no século VI pelo papa Gregório e revisados por São Tomás de Aquino no século XVII.

Nota: "Se confessarmos os nossos pecados, ELE é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça" (1 João 1:9).

sábado, 7 de março de 2009

Abuso e violência na família.

abuso

  Reconhecemos a extensão global deste problema e os sérios efeitos de vasto alcance na vida de todos os envolvidos. Cremos que os cristãos devem reagir contra o abuso e a violência tanto na igreja quanto na comunidade. Levamos a sério as notícias de abuso e violência, e temos focalizado estes problemas nesta as­sembléia internacional.
  Cremos que permanecer indiferentes e insensíveis significa tolerar, perpetuar e aumentar potencialmen­te tal comportamento. 
  Aceitamos nossa responsabilidade de cooperar com outros serviços profissionais em atender e cuidar daqueles que sofrem de abuso e violência no âmbito doméstico, em chamar a atenção para as injustiças e em falar em defesa das vítimas. Ajudaremos as pessoas necessitadas a encontrar e a ter acesso aos serviços pro­fissionais disponíveis.
  Quando mudanças de atitudes e comportamento abrirem possibilidades para o perdão e novos começos, proveremos um ministério de reconciliação. Atenderemos às famílias em aflição por causa de relacionamentos que não podem ser restaurados.
  Abordaremos as questões espirituais com que se defrontam as pessoas maltratadas, procurando compreender as origens do abuso e da violência na família e desenvolvendo melhores meios de prevenir o
ciclo repetitivo.
  Esta declaração foi aprovada e votada pela Comissão Administrativa da Associa­ção Geral e liberada para publicação pelo gabinete do então presidente Robert S. Fol­kenberg, na assembléia da Associação Geral realizada em Utrecht, Holanda, de 29 de junho a 8 de julho de 1995.

briga

Disciplina e punição
A maioria dos pais tem um profundo desejo
de fazer o que é correto. Desejam verdadeiramente criar seus filhos na doutrina e admoestação do Senhor. Por vezes há um mal-entendido acerca dessa admoestação e em que consiste. A disciplina é confundida com punição, embora não sejam a mesma coisa. Falando de modo simples, a disciplina estabelece limites para o comportamento e procura induzir comportamentos desejáveis, enquanto a punição deliberadamente inflige dor ou desconforto com a intenção de conseguir dança de comportamento.

“O constante censurar e açoitar, endurece as crianças, e aliena-as dos progenitores.
Os pais devem aprender primeiro a se dominarem a si mesmos, e então poderão ser mais bem sucedidos em controlar os próprios filhos” (Testemunhos Seletos, vol. I, pág. 148).

“A criança não é um cavalo ou um cão para ser mandada autoritariamente segundo vossa imperiosa vontade, ou, em todas as circunstâncias, ser controlada com um cacete ou um chicote, ou com tapas” (Orientação da Criança, pág. 251).