sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009

Membros da União Européia querem consagrar o ”DOMINGO”

Secretariado da Comissão das Conferências Episcopais da União Européia (Comece), as Igrejas Alemãs protestantes e a Igreja da Inglaterra saudaram a iniciativa de vários membros do Parlamento Europeu...european_parliament

 

 

 

 

 

 

 

O Secretariado da Comissão das Conferências Episcopais da União Européia (Comece), as Igrejas Alemãs protestantes e a Igreja da Inglaterra saudaram a iniciativa de vários membros do Parlamento Europeu, que solicitam o pronunciamento dos restantes membros sobre a declaração escrita acerca da “proteção do Domingo livre como pilar essencial do Modelo Social Europeu e como parte da herança cultural da Europa”. Num comunicado enviado à Agência Ecclesia, os bispos da UE indicam que tal declaração “pode constituir um importante compromisso para a ‘Europa social’. Seria agora importante encontrar a maioria necessária para essa resolução para além dos partidos subscritores”. A Declaração para a Proteção do Domingo foi lançada pelos parlamentares europeus de diferentes partidos políticos, no dia 2 de fevereiro.

Os bispos da UE afirmam que “a crise econômica e financeira nos tornou mais conscientes de que nem todos os aspectos da vida podem ser sujeitos a forças de mercado”, e indicam que “homem e mulher, que trabalham aos domingos, estão em desvantagem nas suas relações sociais: na família, no desenvolvimento e até a saúde estão comprovadamente afetados”. A Comece sublinha ainda que o domingo livre “faz parte da herança cultural da Europa e advém de uma longa tradição”.

O domingo livre de trabalho é um fator decisivo no equilíbrio entre o trabalho e a vida familiar. Segundo a lei da UE, o domingo é um dia de descanso semanal para crianças e adolescentes. Por isso, segundo
os bispos, “o respeito pelo domingo tem o potencial de se tornar no pilar do modelo social europeu”.

O episcopado da UE alerta para o fato de a proteção do domingo “estar sendo esquecida em alguns Estados membros, com o objetivo de aumentar a produção e o consumo”.

A declaração, agora introduzida no Parlamento Europeu, apela aos Estados membros e às instituições da UE que “protejam o domingo como um dia de descanso, nas legislações nacionais e internacional,
para reforçar a proteção dos trabalhadores em áreas como a saúde e a conciliação entre a vida profissional e familiar”.

Para que seja adotada, é necessário que a Declaração seja assinada pela maioria dos membros do Parlamento Europeu, ou seja, 394 membros, antes de 7 de maio de 2009. Se a Declaração recolher a maioria das assinaturas, torna-se um ato oficial do Parlamento Europeu.

Nota: as crises econômica e ambiental têm se mostrado terreno fértil para a aprovação de leis que, de início, parecem representar a “salvação” do planeta. O perigo está no coletivismo, na formação de um consenso global que acabará por até mesmo hostilizar os que por motivo de consciência e convicção se opuserem a essa unificação de pensamento e procedimentos. Note que o fortalecimento da propaganda darwinista e o apoio católico à teoria da evolução também contribuem para o esquecimento do sábado como memorial bíblico da Criação e o estabelecimento do domingo como falso dia de descanso. Para os religiosos darwinistas, nunca é demais lembrar: Jesus era criacionista, afinal, Ele se referiu a Adão e Eva e ao Dilúvio como personagens e eventos históricos. Ele também estava “embrutecido”, como escreveu Petry? Estava enganado por interpretar como históricos eventos que seriam alegóricos, como diz
o Vaticano? Nessa história toda, continuo ao lado de Jesus.(Michelson Borges)

Conforme escreveu Ellen White: “As calamidades em terra e mar, as condições sociais agitadas, os rumores de guerra, são portentosos. Prenunciam a proximidade de acontecimentos da maior importância.
As forças do mal estão-se arregimentando e consolidando-se. Elas se estão robustecendo para a última grande crise. Grandes mudanças estão prestes a operar-se no mundo, e os acontecimentos finais serão
rápidos” (Eventos Finais, p. 11). 

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009

O USO DA BATERIA COMO INSTRUMENTO DE LOUVOR NA MÚSICA ADVENTISTA

Devido às dúvidas deste assunto, muitos irmãos de nossas igrejas preferem julgar em vez de buscar informações para entender em profundidade as questões que envolvem o uso da percussão como instrumento de louvor.

Sendo assim, o objetivo deste artigo é dar respostas às seguintes questões:

» A percussão foi realmente usada no templo do Antigo Testamento?

» A Bíblia e o Espírito de Profecia proíbem o uso da percussão?

» Qual a posição oficial da Igreja Adventista do Sétimo Dia a respeito da bateria?

 

Definição

A bateria pode ser definida como “os instrumentos de percussão de uma banda de música ou de uma orquestra” (Dicionário Brasileiro Globo, 50ª. ed.). Em outras palavras, bateria ou percussão se referem aos vários instrumentos que marcam o ritmo ou andamento musical, com timbres, tons e formas variadas. Uma bateria pode ser muito bem ilustrada pelos instrumentos de uma fanfarra. Exemplos de instrumentos de percussão: bumbo, caixa, pratos (címbalo), etc.

A Bateria no Templo do Antigo Testamento

Na Bíblia, no livro de II Crônicas 29:25 (ver também I Crônicas 25), temos a seguinte descrição dos instrumentos do templo: “Também estabeleceu os levitas na Casa do Senhor com címbalos, alaúdes e harpas, segundo o mandado de Davi [...]”.

Alaúde e harpa são instrumentos de corda, todavia, címbalo é um instrumento de percussão, segundo o Dicionário Bíblico Adventista, página 254. Note a descrição deste instrumento: “Dois tipos de címbalos têm sido achados pelos arqueólogos. Um destes tipos consiste em dois pratos achatados, feitos de metal, que eram batidos um no outro de forma ritmada; o outro tipo consiste em duas espécies de conchas, batida uma na outra” (R. N. Champlin, Enciclopédia de Bíblia, Teologia e Filosofia, vol. 4. Pág.426).

Hoje os címbalos são usados na bateria convencional como ximbal (pratos sobrepostos) e pratos de vários timbres e formas.

Em Salmos 150 temos o convite ao louvor e adoração a Deus com vários tipos de instrumentos: “Louvai-O ao som da trombeta; louvai-O com saltério e com harpa. Louvai-O com adufes e danças; louvai-O com instrumentos de cordas e com flautas. Louvai-O com címbalos sonoros; louvai-O com címbalos retumbantes”. (versos 3 a 5).

Podemos concluir que havia instrumentos de percussão que eram usados na música do templo, escolhido por orientação divina para o louvor e adoração.

A Bíblia ou o Espírito de Profecia proíbem o uso da bateria?

Como notamos, a Bíblia não proíbe o uso de bateria, pois no templo, havia instrumentos de percussão.

Sobre instrumentos musicais, Ellen G. White, inspirada por Deus, escreveu: “Nas reuniões realizadas, escolha-se um grupo de pessoas para tomar parte no serviço de canto. E seja este acompanhado por instrumentos de música habilmente tocados. Não devemos opor ao uso de instrumentos musicais em nossa obra. Esta parte do serviço deve ser cuidadosamente dirigida; pois é o louvor de Deus em cântico”. (Testimonies, vol. 9, págs. 143 e 144; citado no Manual da Igreja, edição revisada em 2000, pág. 72).

Uma vez que não há nenhum texto no Espírito de Profecia que condene o uso de bateria ou percussão como instrumento a ser usado no louvor (ou qualquer outro instrumento) pode-se afirmar o seguinte: a ênfase não é qual o instrumento a ser usado, mas como ele é usado. A recomendação é ser habilmente tocado, e é claro, dentro dos princípios bíblicos.

O Espírito de Profecia nos fornece ampla informação concernente à música de louvor e adoração, com princípios inspirados tanto para o canto como para o tipo de música a ser ouvida e executada, mas não proíbe o uso de percussão.

Posição Oficial da Igreja Adventista do Sétimo Dia sobre o uso da bateria

A Igreja Adventista do Sétimo Dia, para os que a consideram igreja remanescente, é dirigida por Deus, não por homens. É a igreja militante que vai vencer na graça de Jesus.

O Espírito de Profecia nos revela qual deve ser nossa atitude em relação à organização da nossa igreja: “Mas quando numa assembléia geral, é exercido o juízo dos irmãos reunidos de todas as partes do campo, independência e juízo particulares não devem ser mantidos, mas renunciados. Nunca deve um obreiro considerar virtude a persistente conservação de sua atitude de independência, contrariamente à decisão do corpo geral. Deus ordenou que os representantes de Sua igreja de todas as partes da Terra, quando reunidos numa Associação Geral, devam ter autoridade”. (Testemunhos Seletos, vol. 3, pág. 408).

Sendo assim, qual é a posição oficial da igreja resolvida em Associação Geral? A resposta está em um documento que foi publicado na Revista Adventista, agosto de 2005, págs. 12 a 16. Neste documento temos os princípios bíblicos e do Espírito de Profecia resumidos e bem explicados. Sobre o uso de bateria, depois de estudá-lo, podemos concluir o seguinte: a igreja não proíbe seu uso, mas devemos ter cuidado ao usá-la, para que não tome o lugar da mensagem. A melodia deve estar em maior evidência do que o acompanhamento, para que a letra da música possa ser claramente compreendida e a mensagem propagada. Isso vale para todos os demais instrumentos musicais de acompanhamento.

Cuidado com as críticas

Deus não nos colocou como juízes de nossos irmãos. Por isso, devemos ter cuidado ao condená-los pelo uso desse ou daquele instrumento.

Não devemos abrir mão dos princípios bíblicos e do Espírito de Profecia a respeito da música, mas devemos respeitar os diferentes gostos e elementos culturais.

Nossa igreja tem órgãos oficiais que divulgam a música, como a Voz da Profecia, por exemplo. Quando criticamos estes órgãos, estamos lutando contra nossa própria obra. Cabe a Deus o direito de julgar, e a nós unicamente respeitar a igreja e seus líderes.

É muito mais fácil deixar a responsabilidade para a instituição da igreja do que tentar levá-la sobre si. A igreja respeita suas convicções pessoais e gostos, por isso, respeite a Igreja de Deus. Naquilo que ela ou seus líderes errarem, Deus fará Seu juízo.

Conclusão

Havia instrumentos de percussão ou bateria entre os instrumentos escolhidos para o templo do Antigo Testamento, mostrando que Deus não se opunha ao seu uso no serviço de adoração e louvor.

A Bíblia e o Espírito de Profecia não proíbem o uso de instrumentos de percussão, mas recomenda princípios em que eles devam ser usados e executados.

A posição oficial da igreja é o uso equilibrado e cuidadoso de todos os instrumentos (incluindo a bateria), seguindo os princípios inspirados, mas não proíbe o uso de nenhum deles.

Como cristãos devemos ser cuidadosos tanto ao escolher nossa música para louvor, adoração e outros fins, e também para não sermos críticos e emitir condenação deliberadamente, mas respeitar nossa igreja e suas recomendações.

* Pr. Yuri Ravem Guilherme Vasconcelos e Paiva é pastor da Igreja Adventista do Sétimo Dia, graduado em Teologia pela Universidade Adventista de São Paulo (Unasp), pós-graduado em Ciência da Religião pelo INTA, em Educação Religiosa pelo ITEPAR e mestre em Teologia pelo ITEPAR.

domingo, 8 de fevereiro de 2009

A Igreja do Deus Vivo

Pertencer à Igreja de Deus é um privilégio único e que produz na alma
grande satisfação. O propósito divino é reunir um povo desde os
distantes confins da Terra, a fim de constituí-lo em um só corpo
- o corpo de Cristo, a Igreja, da qual Ele é a Cabeça viva.
Todos quantos são filhos de Deus em Cristo Jesus,
são membros de Seu corpo, e dentro desta
relação podem desfrutar companheirismo
mútuo e companheirismo com
seu Senhor e Mestre.

Galera

NENHUM MURO DE SEPARAÇÃO

Cristo procurou, por preceito e exemplo, ensinar a verdade de que com Deus não havia muro de separação entre Israel e as outras nações (João 4:4-42; 10:16; Lucas 9:51-56; Mateus 15:21-28).
O apóstolo Paulo escreveu: "Os gentios são co-herdeiros, membros do mesmo corpo e co-participantes da promessa em Cristo Jesus por meio do evangelho." Efés. 3:6.
   Entre os seguidores de Cristo jamais deve existir qualquer preferência de casta, nacionalidade, raça ou cor, pois todos os homens possuem o mesmo sangue, e "para que todo o que nEle crê não pereça, mas tenha a vida eterna." Os eleitos de Deus formam uma irmandade universal, uma nova humanidade, "todos... um em Cristo Jesus" (João 3:16; Gál. 3:28).
   "Cristo veio à Terra com uma mensagem de misericórdia e perdão. Lançou o fundamento de uma religião pela qual judeus e gentios, negros e brancos, livres e escravos, são ligados numa irmandade comum, reconhecidos como iguais à vista de Deus. O Salvador tem ilimitado amor por cada ser humano." - Testemunhos Para a Igreja, vol. 7, pág. 225.
   "Deus não reconhece distinção alguma de nacionalidade, raça ou casta. É o Criador de todo homem. Todos os homens são de uma família pela criação, e todos são um pela redenção. Cristo veio
para demolir toda parede de separação e abrir todos os compartimentos do templo, a fim de que toda alma possa ter livre acesso a Deus. ...Em Cristo não há judeu nem grego, servo nem livre. Todos são aproximados por Seu precioso sangue." - Parábolas de Jesus, pág. 386.
   "O Senhor proveu Sua Igreja de capacidades e bênçãos, para que apresentasse ao mundo uma imagem de Sua própria suficiência, e nEle se completasse, como uma contínua representação de
outro mundo, eterno, onde há leis mais elevadas que as terrestres. Sua Igreja deve ser um templo construído segundo a semelhança divina, e o anjo arquiteto trouxe do Céu a sua vara de ouro para
medir, a fim de que cada pedra seja lavrada e ajustada pela medida divina, e polida para brilhar como um emblema do Céu, irradiando em todas as direções os refulgentes e luminosos raios do Sol
da Justiça. A Igreja há de ser alimentada com o maná do Céu e guardada unicamente sob a proteção de Sua graça. Vestida com a completa armadura de luz e justiça, ela entra em seu conflito final.
A escória, material imprestável, será consumida, e a influência da verdade testifica ao mundo de seu caráter santificador e enobrecedor." - Testemunhos Para Ministros, 3ª edição, pág. 17.