domingo, 8 de fevereiro de 2009

A Igreja do Deus Vivo

Pertencer à Igreja de Deus é um privilégio único e que produz na alma
grande satisfação. O propósito divino é reunir um povo desde os
distantes confins da Terra, a fim de constituí-lo em um só corpo
- o corpo de Cristo, a Igreja, da qual Ele é a Cabeça viva.
Todos quantos são filhos de Deus em Cristo Jesus,
são membros de Seu corpo, e dentro desta
relação podem desfrutar companheirismo
mútuo e companheirismo com
seu Senhor e Mestre.

Galera

NENHUM MURO DE SEPARAÇÃO

Cristo procurou, por preceito e exemplo, ensinar a verdade de que com Deus não havia muro de separação entre Israel e as outras nações (João 4:4-42; 10:16; Lucas 9:51-56; Mateus 15:21-28).
O apóstolo Paulo escreveu: "Os gentios são co-herdeiros, membros do mesmo corpo e co-participantes da promessa em Cristo Jesus por meio do evangelho." Efés. 3:6.
   Entre os seguidores de Cristo jamais deve existir qualquer preferência de casta, nacionalidade, raça ou cor, pois todos os homens possuem o mesmo sangue, e "para que todo o que nEle crê não pereça, mas tenha a vida eterna." Os eleitos de Deus formam uma irmandade universal, uma nova humanidade, "todos... um em Cristo Jesus" (João 3:16; Gál. 3:28).
   "Cristo veio à Terra com uma mensagem de misericórdia e perdão. Lançou o fundamento de uma religião pela qual judeus e gentios, negros e brancos, livres e escravos, são ligados numa irmandade comum, reconhecidos como iguais à vista de Deus. O Salvador tem ilimitado amor por cada ser humano." - Testemunhos Para a Igreja, vol. 7, pág. 225.
   "Deus não reconhece distinção alguma de nacionalidade, raça ou casta. É o Criador de todo homem. Todos os homens são de uma família pela criação, e todos são um pela redenção. Cristo veio
para demolir toda parede de separação e abrir todos os compartimentos do templo, a fim de que toda alma possa ter livre acesso a Deus. ...Em Cristo não há judeu nem grego, servo nem livre. Todos são aproximados por Seu precioso sangue." - Parábolas de Jesus, pág. 386.
   "O Senhor proveu Sua Igreja de capacidades e bênçãos, para que apresentasse ao mundo uma imagem de Sua própria suficiência, e nEle se completasse, como uma contínua representação de
outro mundo, eterno, onde há leis mais elevadas que as terrestres. Sua Igreja deve ser um templo construído segundo a semelhança divina, e o anjo arquiteto trouxe do Céu a sua vara de ouro para
medir, a fim de que cada pedra seja lavrada e ajustada pela medida divina, e polida para brilhar como um emblema do Céu, irradiando em todas as direções os refulgentes e luminosos raios do Sol
da Justiça. A Igreja há de ser alimentada com o maná do Céu e guardada unicamente sob a proteção de Sua graça. Vestida com a completa armadura de luz e justiça, ela entra em seu conflito final.
A escória, material imprestável, será consumida, e a influência da verdade testifica ao mundo de seu caráter santificador e enobrecedor." - Testemunhos Para Ministros, 3ª edição, pág. 17.

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